Quais razões levaram o Kubernetes a deixar de usar Docker como motor de containers?
sobes.tech IA
Resposta da IA
O Kubernetes deixou de usar o Docker como motor de contêiner (runtime) por várias razões:
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Padronização através do CRI (Interface de Runtime de Contêiner): Kubernetes implementou o CRI, uma interface padrão para interagir com runtimes de contêineres. Isso permitiu usar diferentes motores sem depender de uma implementação específica do Docker.
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Complexidade do Docker Engine: Docker não é apenas um runtime de contêiner, mas também um conjunto completo de ferramentas (demon, CLI, construção de imagens, etc.). Para o Kubernetes, apenas uma parte dessa funcionalidade é necessária: executar contêineres.
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Transição para runtimes mais leves e especializados: como containerd e CRI-O, que são mais simples, leves e se integram melhor com o Kubernetes via CRI.
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Suporte e desenvolvimento: Docker Engine não é otimizado para trabalhar em escala com o Kubernetes, enquanto containerd e CRI-O estão em desenvolvimento com foco no Kubernetes.
Resumindo, a partir da versão 1.20 do Kubernetes e superiores, o Docker como runtime foi declarado obsoleto e, a partir da versão 1.24, foi completamente removido, sendo substituído por containerd ou CRI-O, o que melhorou o desempenho e simplificou a arquitetura.